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Quando que AEH fica perigoso?

EMERGÊNCIAS

Quando o AEH fica perigoso

Emergências

PROFISSIONAIS DE SAÚDE: PROBLEMÁTICAS DURANTE CRISES E  RECOMENDAÇÕES EM URGÊNCIAS  

EM TODOS OS CASOS

Assegurar-se de que, em caso de pacientes do sexo feminino, não haja gravidez!
1. Tratamento sintomático da dispnéia, da dor e dos vômitos (crises abdominais).
2. Utilização de Ácido Tranexâmico, Concentrado de Inibidor C1 ou Icatibant (inibidor dos receptores da bradicinina), ou outros medicamentos para AEH, que estejam disponíveis no país.
3. Admissão de cuidados intensivos / reanimação.
4. Corticóides e Anti histamínicos normalmente não são eficazes.

CASOS ESPECIALMENTE IMPORTANTES

EDEMA DE LARINGE: as medidas terapêuticas consistem em assegurar que as vias respiratórias permaneçam desimpedidas (se necessário providenciar ventilação assistida), buscar acesso endovenoso, hospitalização para vigilância; se disponível:: fazer uso imediato do Concentrado de Inibidor C1 (aplicação IV lenta) ou do Icatibant (aplicação lenta subcutânea). Na indisponibilidade ou falência desses medicamentos: administração IV de Ácido Tranexâmico, observando a ausência de contra indicações como: gravidez, amamentação ou patologias tromboembólicas.

EDEMA DE FACE: sempre considerar a possibilidade da evolução para laringe; uso imediato do Concentrado de Inibidor C1 ou do Icatibant, ambos com aplicação subcutânea. Na indisponibilidade desses medicamentos: administração IV de Ácido Tranexâmico, observando a ausência de contra indicações como: gravidez, amamentação ou patologias tromboembólicas.

EDEMA ABDOMINAL: providenciar avaliação inicial seguindo protocolos habituais lembrando que, os fatores relevantes (histórico familiar, recorrência das crises, idade de início dos sintomas) devem ser considerados paralelamente ao protocolo; tratamento sintomático do vômito e da dor; exames clínicos, laboratoriais e todo o necessário para descartar quadros oclusivos ou outras doenças com sintomas semelhantes; o edema digestivo simula quadros cirúrgicos e pode conduzir a hiperalgia, ascite ou hipovolemia e, em alguns casos, ao choque.  Uso  do Concentrado de Inibidor C1 (administração IV) ou do Icatibant (aplicação subcutânea). Administração IV de Ácido Tranexâmico, observando a ausência de contra indicações como: gravidez, amamentação ou patologias tromboembólicas.

ANESTESIAS:  risco importante de edema de larige com entubação traqueal.  Em caso particular do parto: aconselha-se Epidural. Pacientes relatam início de edemas  provocados pela perfuração da agulha na pele ou mucosa e até mesmo pela pressão do líquido anestésico ao penetrar no organismo. Nestes casos, quanto mais lenta e suave for a aplicação, menor o risco.

CIRURGIAS: exceto em situações de urgência, pré medicar com Ladogal durante os 10 dias que antecedem o procedimento cirurgico (no caso de adultos) até 10 dias após o procedimento; controlar a taxa de inibidor C1 esterase no 7° dia, que deverá apresentar pelo menos 50% do valor alvo de referência; providenciar Concentrado de Inibidor C1 e/ou Icatibant, injetáveis.

TRATAMENTO DENTÁRIO: exceto em contextos de emergência, usar os tratamentos disponíveis com as medidas profiláticas de médio e longo prazos, orientadas pelo médico, bem como em qualquer intervenção cirúrgica. Para alguns pacientes, procedimentos odontológicos não costumam ser desencadeantes de crises, MAS para um número bastante grande deles, os edemas se manifestam tanto pela intevernção como pelo minúsculo ferimento que a aplicação da anestesia dentária provoca, ou até mesmo pela pressão do anestésico ao penetrar a mucosa.

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS: o inibidor C1 é sintetizado pelo fígado portanto, exceto este órgão, os demais são possíveis (estando em condições) para doação.

Referência: http://www.orpha.net/consor/www/cgi-bin/Disease_Emergency.php?lng=PT&stapage=FICHE_URGENCE_A1#MCH
Acesso:09/04/2011 e 28/04/2011
http://www.hae-notfall.de/pt/index.htm Acesso: 25/02/2013 – 13:20min.

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